ECLIPSE SOLAR TOTALReykjavik, Islândiaquarta-feira, 12 de agosto de 2026 · horas em UTC+0
58s
DE ESCURIDÃO TOTAL
O Sol desapareceu por completo. A coroa surgiu em torno de um disco negro, saíram as estrelas e os planetas brilhantes, e o horizonte acendeu-se como um pôr do sol em todas as direções ao mesmo tempo.
100% COBERTO SOL A 24° 135 km DA LINHA
02 · HORAS
Quando aconteceu?
O eclipse inteiro durou 2h 00m. Todas as horas são locais, em UTC+0.
16:47 MÁX 17:48 18:47
| Fase | HORA LOCAL | SOL |
|---|---|---|
| Primeiro contactoa Lua toca o bordo do Sol | 16:47 | 31° OSO |
| Início da totalidadefiltros fora — a coroa | 17:48 | — |
| Máximoo ponto mais profundo | 17:48 | 24° OSO |
| Fim da totalidadefiltros de volta, de imediato | 17:49 | — |
| Último contactoo Sol está de novo inteiro | 18:47 | 18° O |
03 · DIREÇÃO
Onde estava no céu?
No máximo o Sol estava apenas a 24° acima do horizonte para oeste, por isso era preciso ter vista desimpedida nessa direção.
Altura e azimute do Sol no máximo, de Reykjavik. O horizonte está a 0°.
A EXPERIÊNCIA
Como foi de facto
O Sol desapareceu por inteiro. Durante esses poucos minutos a coroa ficou visível em torno de um disco negro, saíram as estrelas e os planetas brilhantes, e o horizonte tomou as cores de um pôr do sol em todas as direções ao mesmo tempo. Não foi um eclipse parcial mais intenso: foi outro fenómeno, e a diferença chegou nos últimos segundos.
04 · POSIÇÃO
Onde se pôde ver?
Reykjavik ficava dentro da faixa, a 135 km da sua linha central. A faixa tinha aqui 295 km de largura.
O DIA
- NASCER
- 05:09
- OCASO
- 21:53
- DURAÇÃO DO DIA
- 16h 45m
- CREPÚSCULO CIVIL
- 23:01
DADOS DE REFERÊNCIA
- OBSCURECIMENTO
- 100%
- COORDENADAS
- 64,147° N, 21,94° W
- LARGURA DA FAIXA
- 295 km
- VELOCIDADE DA SOMBRA
- 3.415 km/h
- SAROS
- 126 · n.º 54
- MAGNITUDE
- 1,0018
- GAMA
- 0,8977
As horas de contacto são exatas a poucos segundos nas coordenadas acima. As alturas são geométricas — sem refração, no elipsoide WGS 84.
PRÓXIMOS DE REYKJAVIK
O que mais vem por aqui?
O resto do que o céu de Reykjavik traz, do mais próximo ao mais distante.